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Migrantes do segundo reinado URGENTEEEEEE​

Sagot :

O processo de imigração no Brasil, tem no Segundo Reinado, o seu apogeu, italianos, alemães, libaneses, sírios, japoneses e famílias de tantas outras nacionalidades embarcam em definitivo para o Brasil para trabalhar, sobretudo, como mão de obra nos cafezais do sudeste do país. Durante o Segundo Reinado, as estruturas das relações de trabalho no Brasil sofreram transformações, devido a pressão das autoridades britânicas, que obrigou o governo imperial criar leis que proibisse o sistema escravista no país. Em 1850, através da Lei Eusébio de Queiroz, ocorre o Fim do Tráfico Negreiro, fazendo com que o valor do escravizado aumentasse e com isso os cafeicultores recorreriam aos imigrantes estrangeiros, que passariam a suprir a demanda, transformando o emprego da mão de obra imigrante europeia em uma alternativa mais barata e viável.

A partir de 1847, o senador e fazendeiro Nicolau de Campos Vergueiro, tornou-se o primeiro brasileiro a empregar a mão de obra assalariada de europeus, trazendo famílias de origem portuguesa, alemã, suíça e belga para trabalharem em sistema de Parceira. Acordo, em que o proprietário de terras pagava todas as despesas de viagem e de acomodação dos empregados. Ao chegar aqui, o colono estrangeiro trabalhava até saldar suas dívidas e participava nos lucros obtidos na plantação.

Posteriormente, outros fazendeiros utilizaram-se da mesma estratégia para a aquisição de mão de obra. A partir da década de 1870, a entrada de trabalhadores europeus no Brasil passou a ser subvencionada pelo Estado, que inaugurou o sistema de Colonato, onde o governo arcava com as despesas de viagem dos estrangeiros, diminuindo as tensões entre empresários brasileiros e imigrantes.

A entrada maciça de imigrantes no Brasil era alimentada, também, por teorias “darwinistas sociais”, defendidas por parte da elite da época, que defendia a “Teoria do Embranquecimento”, onde a população brasileira deveria receber levas de estrangeiros brancos, com o intuito de embranquecer a nação e diminuir a “negativa” presença de negros na formação do povo brasileiro.

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