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Cristina, sexo feminino, 47 anos de idade, não possui comorbidades e nem faz uso de
medicações de uso contínuo. Procurou o serviço hospitalar referindo dor abdominal súbita de
intensidade moderada. A paciente relatou que há 3 dias vem apresentando dor abdominal difusa,
associada a diarreia e inapetência (perda do apetite), além de mal-estar geral.
Na admissão, Cristina foi atendida pelo enfermeiro responsável pelo acolhimento, o qual
realizou o exame físico e identificou, entre outros achados, hipertermia (38,5ºC) e distensão
abdominal. Em seguida, passou por avaliação médica para investigação de apendicite aguda, que foi
confirmada por ultrassonografia de abdome. Após a realizar todos os procedimentos, a paciente foi
encaminhada ao Centro Cirúrgico para apendicectomia por videolaparoscopia.
Cristina evoluiu com regular estado geral nos dias seguintes do pós-operatório (PO), com
episódios de náuseas e vômitos. No terceiro PO, começou a apresentar picos febris, além de exsudato
purulento em ferida operatória, mesmo recebendo tratamento com antimicrobianos até aquele
momento. Dessa forma, novos exames laboratoriais foram coletados, bem como uma cultura do
exsudato por meio de swab, que evidenciou presença de Klebsiella pneumoniae produtora de
carbapenemase (KPC).
A partir disso, a Comissão Interna de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) orientou a
realização de isolamento com precaução de contato desse paciente, e explicou à equipe de
enfermagem que a Klebsiella pneumoniae é capaz de sobreviver em objetos inanimados ou fômites
(objetos com capacidade de absorver, reter e transportar organismos contagiantes ou infecciosos,
como por exemplo, estetoscópio, sapatos), colonizar o corpo humano e causar infecções graves em
pacientes imunocomprometidos como Cristina.


Sagot :

Resposta:vc deve colocar os desafios da situação geradora de aprendizagem.

Explicação:

O PTG é extenso então fica difícil ajudar vc por aqui.

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