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Questão 03 Como o uso de anticorpos pode ajudar no tratamento
da COVID? Compare o uso de plasma convalescente com o uso de anticorpos
monoclonais com relação a origem desses tratamentos e mecanismo de ação.

 


Sagot :

Resposta:

Anticorpos geralmente é o virus enfraquecido

Explicação:

A lógica por trás do tratamento com plasma convalescente é simples e tentadora. Parte-se do princípio de que um indivíduo que foi infectado e superou uma doença como a COVID-19 desenvolveu anticorpos, os quais foram protagonistas no processo de cura. Assim, se formos capazes de transferir os anticorpos de um indivíduo convalescente (isto é, curado) para um indivíduo infectado, este (talvez ainda sem ter conseguido formar seus próprios anticorpos de maneira suficiente ou adequada) terá, em teoria, os elementos necessários para combater o patógeno que ainda está ativo em seu organismo.

Os anticorpos são estruturas proteicas produzidas por linfócitos B, células centrais da resposta imune adaptativa. Os linfócitos B são acionados por linfócitos TCD4+ (também chamados helper, ou auxiliares), que são os grandes responsáveis pela coordenação da resposta adaptativa. Uma vez ativados pelas células T, os linfócitos B (ou plasmócitos, quando acionados) produzem anticorpos específicos contra o patógeno. Propriamente falando, os anticorpos são ainda mais específicos, pois são direcionados contra uma parte específica do patógeno, denominada epítopo, e não contra “todo” o patógeno.

Anticorpos possuem muitas funções. Uma das principais recebe o nome de opsonização: os anticorpos, por terem afinidade bioquímica com alguma estrutura do patógeno (digamos, a proteína S, localizada na cápsula externa do coronavírus), conseguem se fixar no invasor, tornando-o “mais visível” (e portanto mais vulnerável) às células de ataque do sistema imune. Porém, alguns anticorpos conseguem atuar de tal maneira sobre o patógeno que acabam por inviabilizá-lo, levando-o diretamente à morte. Estes anticorpos são denominados neutralizantes, e, costumam ser os mais valorizados quando pensamos em uma resposta imune adaptativa bem sucedida.

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