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No segundo parágrafo do texto, ao dançar com Virgília, Brás Cubas diz ter a sensação de “homem roubado”. E, no baile, ao passar Virgília  a outro cavalheiro pensa: “É minha!”.a)       Reconheça e analise os sentimentos de Brás Cubas revelados nas imagens da posse e do roubo.b)       Por que Brás Cubas, com essas imagens, inverte os papéis? Ao chegar à sua casa e encontrar à porta uma moeda de ouro, Brás Cubas também diz: “É minha!”. Essa coincidência de frases ditas por Brás Cubas em diferentes situações cria um paralelo entre a moeda e Virgília.a)        Como você explica o gesto de Brás Cubas de enviar a moeda ao chefe de polícia?b)       De acordo com essa lógica, qual deveria ser a atitude coerente de Brás Cubas em relação a Virgília? Releia este trecho do texto: Mandei a carta e almocei tranquilo, posso até dizer que jubiloso. Minha consciência valsara tanto na véspera que chegou a ficar sufocada, sem respiração; mas a restituição da meia dobra foi uma janela que se abriu para o outro lado da moral; entrou uma onda de ar puro, e a pobre dama respirou à larga. Ventilai as consciências! Não vos digo mais nada. 
 
a)    A quem se refere Brás Cubas com a expressão “a pobre dama”?       b)       Considerando o dilema moral da personagem, interprete a frase: “a restituição da meia dobra foi uma janela que se abriu para o outro lado da moral”.